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Edinara Leão
Desenredo
do corpo
que desconheço
cela nua
nunca vista
imagino um desenredo
em curvilínio
universo
na ponta dos dedos
teço mapas
para minha ânsia
acalmar
e nessas estradas
que vou
- viajante
sem destino -
aplaco tuas
montanhas
e perco-me no
teu mar
1 comentários:
Mary, cabeçadesexta
said...
Lindo poema!
Um doce caminhar...
Beijoss
8:50 PM
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